No mês dedicado ao Sagrado Coração de Jesus, uma das devoções mais difundidas da piedade cristã.
Como resultado das aparições de Nosso Senhor a Santa Margarida Maria Alacoque no mosteiro de Paray-le-Monial, a partir de 1673, este culto adquiriu a sua forma hoje conhecida. Nenhuma comunicação divina, fora as da Sagrada Escritura, receberam tantas aprovações e estímulos da parte do Magistério da Igreja como esta.
Prova disso é o grande número de santos e Papas que recomendavam essa devoção como forma de nos aproximarmos da piedade infinita do Nosso Senhor.
Pio XII salienta que é o próprio Jesus quem toma a iniciativa de nos apresentar o Seu Coração como fonte de restauração e de paz: “Vinde a mim, todos vós, que estais cansados e oprimidos, que Eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração e encontrareis descanso para o vosso espírito. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve” (Mt 11, 28-30).
A devoção
Nosso Senhor Jesus Cristo apareceu inúmeras vezes a Santa Margarida, de 1673 até 1675, a fim de lhe falar sobre a devoção ao Seu Sagrado Coração. A chamada "grande revelação" foi feita à santa francesa durante as oitavas da festa do "Corpus Domini" de 1675. Ao mostrar o Seu Coração, o Senhor confiou a ela: "Eis o Coração que tanto amou os homens, que nada poupou, até se esgotar e se consumir para lhes testemunhar seu amor.
Como reconhecimento, não recebo da maior parte deles senão ingratidões, pelas suas irreverências, sacrilégios, e pela tibieza e desprezo que têm para comigo na Eucaristia. Entretanto, o que Me é mais sensível é que há corações consagrados que agem assim. Por isso te peço que a primeira sexta-feira após a oitava do Santíssimo Sacramento seja dedicada a uma festa particular para honrar Meu Coração, comungando neste dia, e O reparando pelos insultos que recebeu durante o tempo em que foi exposto sobre os altares”.
Fonte: cancaonova.com

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